quinta-feira, 6 de novembro de 2008

"FINGI SER GARI POR 8 ANOS E VIVI COMO UM SER INVISÍVEL"

É meramente impossível depois de lermos esta matéria antiga de 2003, mas não ultrapassada, continuarmos olhando indiferentes para estes e outros "anjos" que apesar de serem humildes, anônimos, são pessoas, são reais e são filhos do mesmo Deus, por tanto, nossos irmãos!

"Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da "invisibilidade pública". Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social " (Plinio Delphino - Diário de São Paulo)

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são "seres invisíveis, sem nome".
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da "invisibilidade pública", ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: "Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência", explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. "Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão", diz.
Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

Fernando a direita na foto ao lado com uniforme laranja.
Diário – Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa – Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis. Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal. Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo?
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão. O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: "É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão".

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma coisa."
http://www.consciencia.net/comportamento/gari.html

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A CIDADE MAIS FRIA DO MUNDO -YAKUTSK-

Shaun Walker escreveu esta reportagem para o jornal britânico The Independent, a Revista da Semana e para o NeoSeganet Reporter.

"A 5°C negativos o frio pode ser refrescante. A 20°C negativos a umidade no nariz se congela e fica difícil não tossir. A 35°C negativos a pele exposta ao ar fica dormente e a necrose é um risco. E a menos 45°C até usar óculos fica complicado.
O metal gruda no rosto e nas orelhas e rasga pedaços da pele quando você decide tirá-los.

Sei disso porque acabo de chegar a Yakutsk, lugar onde os amistosos nativos me alertaram para não usar óculos ao ar livre. Yakutsk é uma cidade remota na Sibéria Oriental (população: 200 mil), famosa por aparecer no clássico jogo de tabuleiro Risk (versão do War) e por deter a fama de ser a cidade mais fria da Terra.
Em Janeiro a média fica em torno de 40°C negativos. A névoa que cobre a cidade restringe a visibilidade a 10 metros.
Moradores em pesados casacos de pele passam pela praga central, adornada por uma árvore de Natal congelada e uma estátua de Lenin.

Sendo assim, antes de me aventurar pela primeira vez nas ruas de Yakutsk, me encapotei com toda uma mala de roupas.
Eis o que estou vestindo: um par de meias de algodão com um par de meias térmicas por cima; um par de botas; ceroulas térmicas; uma calça jeans; uma camiseta térmica; uma camiseta de mangas compridas; um suéter justo de caxemira; um abrigo esportivo; um casaco acolchoado de invemo com capuz; um par de luvas finas de lã (para que eu não exponha a pele quando tirar a luva externa para fazer fotos); um par de luvas de lã; um cachecol de lã; e um boné, também revestido de lã.


Botas feitas de peles de animais.

Saindo do quarto como se fosse o boneco Michelin, e já suando por causa do sistema de aquecimento do hotel, decido que estou pronto para encarar Yakutsk. Caminho porta afora e... bem... não acho tão ruim .
Pessoas aguardando o ônibus.


Logo descobri que, ali, temperaturas na casa dos 40°C negativos são descritas como 'frio, mas não muito frio'.
A pequena fresta do meu rosto que está exposta registra o ar frio, mas no geral a sensação é boa... até agradável. Desde que você esteja vestido corretamente, penso eu, não é assim tão ruim. Em poucos minutos, porém, o clima gélido passa a se impor. A pele exposta começa a dar pontadas e depois fica adormecida, o que aparentemente é perigoso, porque significa que o fluxo de sangue para o local parou. Então o frio penetra pela dupla camada de luvas e congela meus dedos. O boné e o capuz tampouco são páreo para os 43°C negativos e minhas orelhas começam a pinicar. Em seguida as pernas sucumbem. Finalmente me vejo com dores agudas pelo corpo todo e tenho de voltar a um ambiente fechado. Olho no relógio. Fiquei ao ar livre por 13 minutos.
Yakutsk é a capital de Yakutia. região que abrange mais de 2.6 milhões de quilômetros quadrados e onde vivem menos de 1 milhão de pessoas. A cidade fica a seis fusos horários de Moscou, mas a viagem leva seis horas num precário avião Tupolev. A passagem custa pelo menos RS 1,8 mil ida e volta, uma enorme quantia num país em que o salário médio é de RS 930 por mês.
Não há ferrovia até Yakutsk. As outras opçõs são uma viagem de 1,6 mil quilômetros de barco
subindo o rio Lena, nos poucos meses do ano em que ele não está congelado, ou então a 'estrada dos Ossos', uma rodovia de 2 mil quilometros construída por prisioneiros do Gulag (o sistema penal soviético).
Em Yakutsk a maioria dos carros é de importados japoneses de segunda mão, que aparentemente resistem melhor ao frio do que os veiculos russos tradicionais. Ainda assim, os moradores costumam deixar o motor funcionando se vão parar apenas por meia hora, e alguns deixam-no ligado o dia inteiro, durante o expediente de trabalho, para garantir uma temperatura minimamente tolerável na volta para casa. A fumaça dos escapamentos contribui para a névoa que paira sobre a cidade.

A região foi inicialmente conquistada pelos russos na década de 1630.
No século 19 era usada como prisão aberta para dissidentes políticos. Anton Chekhov, em sua Jornada de 1890 pela Sibéria, pintou um quadro sombrio da vida dos prisioneiros dali. 'Eles perderam todo o calor que ja tiveram', escreveu. 'As únicas coisas que lhes restam na vida sao vodca, vagabundas, mais vagabundas, mais vodca... Não são mais seres humanos, mas bestas selvagens.' Lenin e Stalin foram dois dos presos políticos exilados em Yakutsk.
As aulas só são suspensas quando o termômetro cai abaixo de 55 graus Celsius.
A região é rica em ouro e diamantes, razão pela qual os soviéticos decidiram transformar Yakutsk num importante centro regional, primeiro com o sistema de trabalho forçado do Gulag, depois colonizando a região com milhares de voluntários em busca de aventura, melhores salários e a chance de construir o socialismo no gelo.
A megaempresa Alrosa, responsável por 20% da oferta mundial de diamantes brutos, tem sua sede na região.
Com o tempo Yakutsk virou uma cidade de verdade, com hotéis, cinemas, uma ópera, universidades, entrega de pizza e ate zoológico.
Apesar de os nativos manterem estoicamente seus afazeres e de criancas brincarem na neve da praça central, percebo que preciso de um táxi para continuar minha exploração Os 13 minutos que passei ao ar livre me deixaram sem fôlego, praguejando e cheio de dores, o meu rosto tão vermelho que parece que acabo de voltar de uma semana no Caribe. Desabo na cama do hotel e preciso de meia hora para voltar a sentir meu corpo. A parte mais desagradável começa 15 minutos depois, quando as pernas, de volta a temperatura habitual, sentem uma caibra quente sendo irradiada de dentro para fora, e todo o corpo começa a coçar.
Vou ao mercado, cheio de gente vendendo peixe, porcos e coração de cavalo, tudo congelado. 'É claro que faz frio, mas você se acostuma', diz Nina, uma yakut que passa oito horas por dia de pé na sua banca de peixes. 'Os seres humanos se acostumam com qualquer coisa.'Mas ainda assim o nível de resistência é dificil de compreender.
Os operários continuam trabalhando na construção civil até os 50°C negativos (abaixo disso o metal se torna quebradiço) e as aulas só são suspensas quando o termômetro cai abaixo de menos 55°C (embora o jardim-de-infância feche com menos 50°C). Quase sem exceção, as mulheres se cobrem da cabeça aos pés com peles, muitas delas produzidas ali mesmo. Nesse clima a ética pouco importa. 'Vi na televisão que na Europa existem lunáticos que dizem que não é legal usar pele porque eles amam os animais', diz Natasha, uma moradora de Yakutsk que veste um casaco de coelho e um encantador chapéu de raposa ártica. 'Deveriam vir para cá para ver se ainda se preocupam tanto com os animais. Aqui você precisa vestir peles se quiser sobreviver."

sábado, 1 de novembro de 2008

BOLO DE CHOCOLATE DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes:1 xícara (chá) de leite morno
3 ovos
4 colheres (sopa) de margarina ou manteiga derretida
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de chocolate em pó
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó.
Modo de preparar:Bater bem os ovos, a margarina, o leite e o açúcar e em seguida coloque a farinha e por último o fermento.
Coloque em uma fôrma redonda, untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo. (Não use forma pequena porque ele cresce muito e pode derramar). Asse por cerca de 40 minutos em forno médio (180ºC), pré-aquecido.

Cobertura (opcional)
Ingredientes:
1 xícara (chá) de açúcar 3 colheres (sopa) de Maizena

5 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 xícara (chá) de água
3 colheres (sopa) de margarina ou manteiga
Colocar uma colher (chá) de essência de avelã, baunilha ou nozes. (opcional)

Modo de preparar:
Levar tudo ao fogo, até desprender da panela (ponto de brigadeiro).
Cobrir o bolo em seguida.
Se quiser incrementar, coloque chocolate granulado, ou cerejas, ou castanha do Pará em fatias ou moídas, ou ainda nozes, etc. A base é a mesma e o visual ficará completamente diferente. Isso é bom! Dá ideia de que são várias receitas diferentes.

VOCÊ SABE QUEM É ESTA LINDA MULHER?



















É Eliane Elias!
Pouco conhecida no Brasil é considerada uma das melhores pianistas de jazz da atualidade em vários lugares do mundo. Além disto, toca música erudita e é também arranjadora, compositora e cantora!
Mistura jazz tradicional com ritmos e harmonias brasileiras.
Atualmente mora nos Estados Unidos.
Segue abaixo um vídeo para você apreciar se quiser!

http://www.youtube.com/watch?v=Nnwgaul6DV0

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

HOJE É DIA DAS BRUXAS!


Acredito que toda mulher tem seu lado bruxa. Hoje ela já não assusta tanto! Até as lendárias têm medo de sair à noite e serem vitimas da própria sorte!

A bruxa contemporânea tem sua arte pautada na poesia, na beleza, na sabedoria, na originalidade, na harmonia com os ciclos da natureza, no cozinhar, no lidar com ervas, na alegria de cantar, dançar e no encantamento de viver.

GALINHA 'ADOTA' SETE CACHORROS.

Uma galinha adotou sete filhotes de cachorro, em Santa Cruz do Sul (RS). A dona-de-casa Marli Niedersberg, dona da propriedade onde vive a "família", diz que a ave protege os cães.
Os filhotes têm apenas um mês de vida. Foram abandonados pela mãe. Mas eles não podem reclamar de carinho e proteção. Esse papel a mãe adotiva cumpre muito bem.
A galinha passa quase todo o dia chocando os filhos. A asa da mãe é bem disputada. O lugar é ideal para tirar uma soneca, principalmente quando bate o friozinho.
A mãe protetora impõe respeito. Quando a família está reunida, nem o galo se atreve a chegar perto. “Ela bota as próprias galinhas pra correr. Ela pinica uma a uma e coloca todas para correr”, contou Marli.
Até o passeio pelo quintal é sob os olhares atentos da mãe, que só não consegue dar de mamar para os filhotes. “A gente coloca comida e eles comem”, disse a dona-de-casa.


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM902321-7823-GALINHA+ADOTA+CAES+ABANDONADOS,00.html

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

ANTEPASTO DE BERINJELA E PIMENTÃO

Ingredientes:
2 berinjelas grandes cortadas em cubos
2 pimentões amarelos cortados em cubos
2 pimentões vermelhos cortados em cubos
1 cebola cortada em cubinhos
3 tomates com pele cortados em cubos
2 dentes de alho picadinhos
orégano
100grs de uvas passas claras
100grs de uvas passas escuras
100grs de azeitonas portuguesas (sempre tiro os caroços)
1 colher de sobremesa de sal (mais ou menos. Cuidado!)
pimenta calabresa a gosto
3 colheres de sopa de vinagre (eu só uso o de arroz, mas pode ser de maçã)
½ xícara de azeite

Modo de fazer:
Colocar azeite em uma assadeira, colocar todos os ingredientes e levar ao forno. Levará mais ou menos 1 hora para ficar pronto em forno a 180º.C.
Mexer de vez em quando.
Tire do fogo. Depois de frio, coloque mais 2 colheres de vinagre.
Verifique o tempero, porque vai depender do tamanho dos legumes o valor de sal a ser acrescentado.
Dicas:
Podemos não colocar as uvas passas e acrescentar nozes ou ainda champignons. Podemos colocar só pimentões vermelhos, etc...
Podemos picar tudo em tiras ao invés de ser em cubos. Depende do visual que queremos apresentar e como servir.
Depois de frio, deve ser guardado em vidros e na geladeira. Pode durar até mais de três meses. Colocar um pouco de azeite em cima do antepasto.
A base e o modo de fazer é assim. Bom demais!





APREENDENDO COM OS ÍNDIOS

“Nós os índios, conhecemos o silêncio.
Não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.

Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.
"Observa, escuta, e logo atua", nos diziam.
Esta é a maneira correta de viver.

Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes.
Observa os anciões para ver como se comportam.
Observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro com o coração e a mente quieta,
e então aprenderás.
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar. Com vocês, brancos e pretos, é o contrário. Vocês aprendem falando.
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola.
Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. E chamam isso de "resolver um problema".
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer. Vocês gostam de discutir.
Nem sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive.
Se começas a falar, eu não vou te interromper. Escutarei-te.
Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo, mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.
Terás dito o que preciso saber. Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.

Deveríamos pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la. Existem muitas vozes além das nossas.
Muitas vozes...
Só vamos escutá-las em silêncio!”


(Kent Nerburn)
Texto traduzido por Leela, Porto Alegre:
"Neither Wolf nor Dog. On Forgotten Roads with an Indian Elder" - Kent Nerburn

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

MONJA COEN SENSEI

Monja Coen Sensei é missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo com sede no Japão e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com sede em Pacaembu.
Iniciou seus estudos budistas no Zen Center of Los Angeles - ZCLA. Foi ordenada monja em 1983, mesmo ano em que foi para o Japão aonde permaneceu por 12 anos sendo oito dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.
Participou de vários cursos e programas de formação para monges tendo se graduado no mestrado da tradição Soto Shu.
Retornou ao Brasil em 1995, e liderou as atividades no Templo Busshinji, bairro da Liberdade, em São Paulo, e sede da tradição Soto Shu para a América do Sul durante seis anos. Foi, em 1997, a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.
Participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.
Inspira-se na frase de Mahatma Gandhi:Temos que ser a transformação que queremos no mundo.
http://www.monjacoen.com.br/coen_sensei.htm


Neste vídeo ela nos dá uma pequena orientação de como meditar caminhando. Muito bom!

http://www.youtube.com/watch?v=vxeDHtYcp28

AI, LILI, AI LILI, ALÔ!

Vivo cantando esta música, você conhece? . Ela deve ter uns 50 anos?

“Eu vivo a vida cantando
Ai, Lili, ai Lili, alô!
Porisso sempre contente estou
O que passou, passou.

O mundo gira depressa
E nestas voltas eu vou...
Cantando a canção tão feliz que diz:
- Ai Lili, ai Lili, alô!
Porisso é que sempre feliz estou...
Ai, Lili, Ai Lili, alô!”

Esta música é do filme “Ai, Lili, ai Lili, alô” com a Leslie Caron. Quando criança devo ter assistido mais de cinco vezes!

Assista um pedacinho do filme no vídeo. (é o original). Vale a pena!
Que pureza! Que bonito!


http://youtube.com/watch?v=tsJUCB1PCKM

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

HISTÓRIA DOS LEÕES

Prepare-se para as lindas e emocionantes cenas.
Encontrados abandonados quando eram filhotes, dois leões foram criados por dois rapazes. Quando cresceram, foram deixados na floresta para que se acostumassem com a vida selvagem.

Um ano depois, os dois rapazes voltaram ao local onde os haviam soltado para ver como eles estavam passando.
Este clipe é o reencontro dos leões com seus "pais" adotivos.
Emocionante!


http://www.youtube.com/watch?v=cvCjyWp3rEk

MÃE TERRA

“Mãe Terra muito linda, que dá o brilho às nuvens
Mãe Terra poderosa, que dá a cor às flores
Mãe Terra fulgurante, que brilha em nosso espírito
Mãe Terra, mãe da vida! Oh! Generosa mãe.

Eu agradeço a vida, eu agradeço a chance
De respirar aqui, de poder pensar agora
Eu agradeço o sangue que corre em nossas veias
A seiva do espírito que anima o mundo inteiro.

Eu agradeço os olhos que vêem energias
Eu agradeço a luz que ilumina nossa casa
Mãe Terra, mãe querida, que aquece nosso espírito
Eu agradeço a vida que eu tenho agora.”
(Lori Eagle Eye)

sábado, 18 de outubro de 2008

O BARULHO DA CARROÇA

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber se a carroça está vazia e se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo, e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...
(Autoria desconhecida)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

CRISTINA BRAGA

Dona de um talento extraordinário que a permite transitar da bossa- nova ao samba, passando pelo choro até os grandes clássicos, Cristina Braga é primeira harpista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e desde cedo, trilhou paralelamente à sua carreira clássica um caminho consistente e inesperado na MPB. Nos últimos anos Cristina guardou a surpresa de revelar uma voz linda e suave.Participou em DVDs de grandes artistas como Lenine, Olívia Hime, Ana Carolina e Titãs. Fez parte do Opus5, grupo que gravou o primeiro disco de samba da historia brasileira em que a harpa faz a base harmônica; acompanhou Titãs, Zizi Possi, Nara Leão e Quarteto em Cy entre outros; Cristina tem 14 discos gravados, sendo alguns lançados no Japão, Taiwan e nos EUA. Hoje, a harpista é uma das diretoras do Congresso Mundial de Harpas, curadora do Centro Municipal de Referência da Música Carioca e consultora do Festival Vale do Café que idealizou e dirigiu por 4 anos, na antiga e histórica rota do café, no interior do Rio de Janeiro.
http://www.biscoitofino.com.br/bf/art_cada.php?id=230


Neste vídeo ela se apresenta com o Lenine. Música do Lulu Santos e Nelson Motta, intitulada “Certas coisas”.

http://www.youtube.com/watch?v=yrPwshE3xBY


Cristina Braga - Trio
Data: 14, 15, 22, 28 e 29 de Outubro (terças e quartas)
Horário: 20h Local: Teatro Municipal Café Pequeno
End.: Rua Ataúlfo de Paiva, 269- Leblon Tels: 21. 2294-4480
Ingresso: R$20,00 e 10,00 (meia entrada)

Data: 21 de Outubro - Horário: 20h30
Local: IBAM - Festival da Musica Popular Instrumental - Tels: 2539-9709
Ingresso: Gratuito

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

NÃO DEIXE O SAMBA MORRER!














Esta música é do Edson Conceição e do Aloísio. Ambos já se foram desse planeta, mas eles nos pediram para não deixarmos o samba morrer o que a Maria Rita faz com graça e divinamente!
Somente flores em seu caminho!
Namastê!

http://www.youtube.com/watch?v=VRp2BU1gXpg

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

MÃE GATA!

A galinha morreu e a gata adota sete pintinhos órfãos na Jordânia.
Pintinhos e filhotes da gata vivem em harmonia.
Na hora de mamar, a mãe gata, chamada de Nimra, encontra um canto para dar calor aos sete pintinhos, que ficaram órfãos. (Foto: Ali Jarekji/Reuters)

Lindinho, lindinho!

BENDITA CRISE

Bendita crise que sacudiu o mundo e a minha vida.

Bendita crise que está reciclando tudo.

Bendita crise que veio tirar a minha ilusão de permanência.

Bendita crise que vai trazer evolução.

Bendita crise que vai fazer o mundo se reestruturar.

Bendita crise que traz a transformação
Bendita crise que vai me ensinar o que é verdadeiramente importante.

Bendita crise que é um desafio.

Bendita crise que vai me revelar a minha própria sabedoria.

Bendita crise que dissolve meus apegos.

Bendita crise que vai ampliar minha visão.

Bendita crise que me faz humilde.

Bendita crise que vai abrir meu coração.

Bendita crise que me traz de volta a confiança.

Bendita crise que vai me mostrar outras oportunidades.

Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.

Bendita crise que me tirou do marasmo.

Bendita crise que leva a um novo paradigma.

Bendita crise que está me mostrando a Luz.

Bendita crise que me fez voltar a ter fé.

Bendita crise que me traz de volta a aventura de viver.

Bendita crise que é o Ponto de Mutação.

Bendita crise que me traz de volta o amor pela humanidade.
(Mirna Grzich)


Mirna Grzich é uma jornalista e é uma referência quando o assunto é música, bem-estar, qualidade de vida, consciência, transformação na cultura da sociedade. Pioneira, trouxe para o Brasil a música new age, num programa semanal, “Música da Nova Era”, que foi transmitido pelas rádios Eldorado FM de São Paulo, Jornal do Brasil AM e Globo FM do Rio de Janeiro, e Guarany FM de Belo Horizonte.
Foi correspondente internacional para as revistas Isto É e Veja, na África, América Latina e Oriente Médio.
Lançou no Brasil o filme Ponto de Mutação, baseado na obra de Fritjof Capra.
Ajudou a trazer ao Brasil o Dalai Lama;
Editou, em parceria com a Editora 3, a revista Planeta Meditação.
Dá palestras e conferências sobre Qualidade de Vida, Bem-Estar, Consciência e Cultura de Paz.
Neste site você poderá ouvi-la, sentir sua energia e a paz que nos transmite.


http://www.ive.org.br/IVE/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=54&Itemid=72

sábado, 11 de outubro de 2008

A MENINA DO VESTIDO AZUL


“Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local num estado lamentável. Suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o mestre: "É uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas, desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul".
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este? Que tal você ajeitar a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"
E assim fez o humilde casal. Sua casa ficara mais bonita que todas as outras da rua, e os vizinhos, inspirados naquela casa, se puseram a arrumar as suas próprias moradias. Desse modo, todo o bairro melhorou consideravelmente. Por ali, passava um político que, bem impressionado, disse: "É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo". E, dali, saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas e muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a crescerem e melhorarem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção de aquele simples professor concertar toda a rua, o bairro, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento do qual se desencadeou toda aquela transformação."
(Gardel Costa)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

CANÇÃO DO DESPERTAR

"Uh oh! Não durmas agora, ser afortunado.
Desperta com diligência.
De tempos sem princípio até agora tens dormido em ignorância.
Agora é o momento de deixar o sono para trás e praticar virtude,
com corpo, fala e mente.
Não te lembras de nascimento, doença, velhice e morte?
Todo sofrimento além da conta e além da medida?
Esqueceste?
Quem sabe se terás o dia inteiro?
Agora é o momento de praticar com diligência.
Ainda tens esta oportunidade de gerar benefício duradouro,
então, por que desperdiçá-la por preguiça?
Se realmente contemplares a impermanência,
consumarás a tua prática rapidamente.
Quando a hora da tua morte chegar, estarás confiante.
Com a tua prática consumada,
não terás nenhum arrependimento.
Sem esta confiança,
qual terá sido o propósito da tua vida?
A natureza de todos os fenômenos é vazia e sem identidade,
como a lua refletida na água, uma bolha,
uma alucinação, uma emanação, uma ilusão,
uma miragem, um sonho, uma imagem no espelho, um eco.
Todo o samsara,
todo o nirvana
é assim.
Reconhece todas as coisas desta maneira.
Nada vem, nada fica, nada vai,
além de qualquer descrição por palavras,
além de qualquer concepção da mente.
Agora é o momento de alcançares a realização que é sem sinais."


(As exatas palavras de Chagdud Tulku Rinpoche ao alto-falante numa manhã no Khadro Ling em Três Coroas.)

http://www.bodisatva.org/rinpoche/


Este vídeo do Youtube muito bem feito e narrado pela Lucélia Santos, mostra-nos este lugar encantado e abençoado o Khadro Ling e nos fala um pouco sobre este Mestre iluminado que foi Rinpoche.
http://www.youtube.com/watch?v=1N-gqTUfSYo





PURA COINCIDÊNCIA?

Recebi um e-mail com este texto e resolvi partilhar com vocês. Achei muito interessante! Só não sei a autoria!

Uma fatia de cenoura parece um olho humano. A pupila, íris e linhas raiadas são semelhantes ao olho humano... e SIM, a ciência agora mostra que a cenoura fortalece a circulação sanguínea e o funcionamento dos olhos.



Um tomate tem quatro câmaras e é vermelho. O coração é vermelho e têm quatro câmaras. Toda a investigação mostra que o tomate é de fato um puro alimento para o coração e circulação sanguínea.



As uvas crescem em cacho que têm a forma do coração. Cada uva assemelha-se a uma célula sanguínea e toda a investigação hoje em dia mostra que as uvas são também um alimento profundamente vitalizador para o coração e sangue.



Uma noz parece um pequeno cérebro, com hemisférios esquerdo e direito, cerebelos superiores e inferiores. Até as rugas e folhos de uma noz são semelhantes ao neo-cortex. Agora sabemos que as nozes ajudam a desenvolver mais de 3 dúzias de neurotransmissores para o funcionamento do cérebro.

Os feijões realmente curam e ajudam a manter a função renal e sim, são exactamente idênticos aos rins humanos.


O aipo, bok choy, ruibarbo e outros são idênticos a ossos.
Estes alimentos atingem especificamente a força dos ossos. Os ossos são compostos por 23% de sódio e estes alimentos têm 23% de sódio. Se não tiver sódio suficiente na sua dieta o organismo retira sódio aos ossos, deixando-os
fracos. Estes alimentos reabastecem as necessidades do esqueleto.

Abacates, berinjelas e peras ajudam a saúde e funcionamento do órgãos do ventre feminino - eles são parecidos com estes órgãos. Atualmente a investigação mostra que quando uma mulher come um abacate por semana, equilibra os hormônios, não acumula gordura indesejada na gravidez e previne cancros cervicais.
E que profundo é isto?... Demora exatamente 9 meses para o cultivo de um abacate de flor a fruta. Existem mais de 14 000 componentes químicos fotolíticos em cada um destes alimentos (a ciência moderna apenas estudou e nomeou cerca de 141).
Figos estão cheios de sementes estão pendurados aos pares quando crescem. Os figos aumentam a mobilidade e aumentam os números do esperma masculino, assim como ajudam a ultrapassar a esterilidade masculina.

As batatas doces são idênticas ao pâncreas e de facto equilibram o índice glicêmico de diabéticos.




Azeitonas ajudam a saúde e funcionamento dos ovários.




Laranjas e outros cítricos assemelham-se a glândulas mamárias femininas e realmente ajudam à saúde das mamas e à circulação linfática, dentro e fora das mamas.


As cebolas parecem células do corpo. A investigação atual mostra que a cebola ajuda a limpar materiais excedentes de todas as células corporais. Até produzem lágrimas que lavam as camadas epiteliais dos olhos...