segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

DIA DE FINADOS

Hoje é mais um dia especial!

É um dia que devemos lembrar com carinho e gratidão por aqueles que passaram por nossas vidas de uma forma não despercebida.

Agradeço profundamente aos meus antepassados, aos meus pais, aos meus familiares, aos meus amigos, aos meus vizinhos e aos conhecidos que já partiram para o outro plano.
Cada vez mais luz para todos!

BANANAS! COMO CONSERVÁ-LAS!

Achei mais do que interessante esta dica do site abaixo:

Quando comprar bananas, ao chegar em casa corte-as da penca, com tes

oura ou faca.

Normalmente a banana madura se separa da penca até mesmo pelo peso.Quando isto acontece, ela começa a melar aparecendo aqueles mosquitos de

fruteira, além de oxidar e estragar mais rápido.

No dia seguinte ao corte, a banana já esta com a ponta seca e fechada, conservando íntegra por uma semana.

A última foto mostra a banana madura com 1 semana, bem preservada e com a ponta parecendo um umbigo seco.

Vejam:





























http://cozinhaprimeirospassos.blogspot.com/2009/06/como-conservar-bananas.html


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"DIA DOS PROFESSORES"

Obrigada!
Àqueles que quando deveriam ser simplesmente professores, foram mestres, nos transmitindo seus conhecimentos e suas experiências; que quando deveriam ser mestres foram amigos e através da sua amizade nos compreenderam e nos incentivaram a seguirmos nosso caminho, expressamos os nossos maiores agradecimentos e o nosso profundo respeito, que sempre serão poucos diante do muito que nos foi oferecido.
"Feliz Dia dos professores"

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Taiguara Chalar da Silva

Se ele estivesse ainda entre nós neste planeta, teria feito 65 anos no último sábado. Esteja ele onde estiver que possa receber o meu abraço e vibrações de muita luz e de muito amor.

Quero deixar registrada uma das músicas que me encanta lá no fundo do meu ser... “Ave menina”. Esta música não foi gravada nem em LP e nem em Cd.

AVE MENINA

"Deuses e demônios
Fora do piano
Quero que o meu sonho
Seja só humano

Teatro onde eu me exponha
No ato soberano
Que não envergonha
Quando se abre o pano

E te descortina
No espelho que embaça
Mostrando a menina
Nua que me enlaça

E a noite termina
E antes que outra nasça
Vou te ver na esquina
Sorrir quando passas

E o olhar me ultrapassa
Fracassam meus freios
E o que me amordaça
Cai frente a teus seios

O ódio se esfumaça
E um amor guerreiro
Aflora das praças
E foge dos canteiros

Lembro tuas rosas
Meu rosto pulsando
E uma dor gostosa
Vai me machucando

Já é realidade
Tudo que sonhamos
Voa em liberdade
Ave entre os meus ramos

Me evita ou me invade
Sempre nos tenhamos
Vai, se tens vontade
Mas vem, por que eu te amo

Sente outros carinhos
Vê como eu te amo
Vai, por entre os ninhos,
Mas volta que eu te amo."

Assistam pelo vídeo a emoção que ele nos passa:

domingo, 5 de setembro de 2010

"ISSO TAMBÉM PASSA”.


Recebi um e-mail sem autoria que achei muito interessante. Estou colocando este ensinamentos do querido Chico em prática. É o seguinte:

Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa que dizia:

“ISSO TAMBÉM PASSA”.


Aí perguntaram para ele o porquê disso.
Ele disse que era para se lembrar que quando estivesse passando por momentos ruins,
poder se lembrar de que eles iriam embora,
que iriam passar e que ele teria que passar por aquilo por algum motivo.
Mas essa placa também era para lembrá-lo ,
que quando estivesse muito feliz,
não deixar tudo para trás e se deixar levar,
porque esses momentos também iriam passar
e momentos difíceis também viriam de novo
e é exatamente disso que a vida é feita: “MOMENTOS”!
Momentos os quais temos que passar,
sendo bons ou não, para o nosso próprio aprendizado.
Por algum motivo nunca se esquecendo do mais importante:
NADA É POR ACASO. Absolutamente nada.
Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível.
A vida nem sempre segue o nosso querer,
mas ela é perfeita naquilo que tem que ser.

domingo, 29 de agosto de 2010

A HISTÓRIA DO QUEIJO GORGONZOLA

O gorgonzola é uma variedade de fabricado com leite de vaca, originário da localidade de Gorgonzola, nos arredores de Milão, na Itália. Injeta-se Penicillium (fungos) para que fique com um sabor especial.

Como adoro este queijo, achei interessante a matéria do Jornal Hoje (Globo), resolvi registrá-la aqui. Assistam este vídeo e vejam que interessante:

http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/a-historia-do-queijo-gorgonzola/1261994/#/Culinária/page/1

O PORTEIRO DO PROSTÍBULO

Não havia no povoado pior ofício do que “porteiro do prostíbulo”. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:

- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

- Eu adoraria fazer isso, senhor – balbuciou – mas eu não sei ler nem escrever!

- Ah! Quanto eu o sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não se fazer outra coisa.

- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.

E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar…

- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

- Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está há dois dias mula de viagem.

- Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.

- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não disponho de tempo para viajar para fazer compras”. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que haviam vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava. Os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.

Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc. E após foram os pregos e os parafusos. Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.

- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

- O senhor! – disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: o que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

- Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever, seria o porteiro do prostíbulo!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades!

(Postado originalmente em 04 de junho de 2004. Tradução do conto original de Jorge Bucay, médico e psicoterapeuta argentino).

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

ADONIRAM BARBOSA!

Não podia deixar de passar em branco esta data tão significativa. Se ele ainda estivesse neste plano, estaria completando 100 anos!
Escolhi este vídeo com a música Iracema, além de outras, porque toda vez que eu ouvia esta música, quando ainda era uma criancinha eu chorava de emoção. Parecia que eu conhecia a tal de Iracema, tamanha era a minha emoção.
Ele e a Elis neste vídeo me comovem novamente.
Hoje é só alegria, porque com toda certeza estão se reunindo, compondo, cantando estejam eles onde estiverem.
Obrigada Adoniram por tudo e por todas! Obrigada Elis que tão bem interpretou suas músicas e brilhantemente divulgou suas composições.


http://www.youtube.com/watch?v=Ea5nMXIRxQM

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2010!

Agradeço profundamente a 2009! Ano difícil em muitos aspectos, porém, foi de grande valia para meu espírito, para minha alma!

Houve um recolhimento necessário e obrigatório para que tudo isto fosse possível. Atendi prontamente e procurei tirar o melhor proveito de tudo isto.

Agradeço profundamente as pessoas que durante este ano foram presentes em minha vida me trazendo conhecimentos de suas vivencias fazendo com que eu ampliasse muito mais minha consciência. Almas maravilhosas preocupadas não só com os seus crescimentos interiores, mas com a proposta de beneficiar quem estiver disposto a mudar.

Agradeço profundamente a todas as pessoas que se afastaram de mim, por um motivo ou outro, porque talvez nossas energias não estivessem na mesma sintonia e atrapalhasse este processo.

Agradeço também as minhas amigas e amigos do Orkut e do Facebook, com mensagens maravilhosas e mimos deliciosos!

Agradeço sinceramente ao meu companheiro nesta jornada, Geraldo Cunha que me amparou em todos os momentos. Sempre pronto! Sempre preciso!

Agradeço ao Mestre Masaharu Taniguchi e a todos os preletores da Seicho-no-ie que me ensinaram a praticar o bem e a conviver com todos os obstáculos. Aliás, os obstáculos foram apenas etapas vencidas!

Agradeço a todas as outras religiões e a todas as outras pessoas que também me passaram grandes informações e sabedoria!

Valeu, 2009!

Aguardo 2010 sem aquelas expectativas dos outros anos, porque com este acordar já não sinto a mesma ansiedade. O que vier, ou o que acontecer, ou ainda as pessoas que irão passar por mim, serão as necessárias para eu superar etapas. Tanto as boas e as más situações serão benéficas, porque aprendi que tudo é Bem!

Feliz 2010! Muita esperança para um mundo melhor! Muita alegria!Muito servir ao outro!

O Universo sempre conspira a nosso favor!

Namastê

domingo, 6 de dezembro de 2009

Paul McCartney pede menor consumo de carne para controlar mudança climática

da Efe, em Bruxelas

O ex-Beatle Paul McCartney disse nesta quinta-feira no Parlamento Europeu que não comer carne um dia por semana é a atitude individual mais eficaz para frear a mudança climática.

"Não é tão difícil, eu garanto", afirmou o músico, que discursou junto ao presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o cientista indiano Rajendra Pachauri, na conferência "Less Meat = Less Heat" ("menos carne = menos calor", em tradução livre).

Conhecido vegetariano e ativista meio ambiental, Paul interrompeu sua turnê europeia para defender a dieta vegetariana diante dos muitos presentes a sua visita ao Parlamento Europeu, que o receberam de pé e com uma grande salva de palmas.

Em seu discurso, o ex-Beatle lembrou que decidiu se unir à causa de um dia por semana sem carne depois de ler um relatório das Nações Unidas publicado em 2006.

Entre outros dados, o documento revelava que a produção de carne emite 18% dos gases do efeito estufa - mais até que o transporte, com 13% - e, além disso, é em grande parte responsável pelo desmatamento e pela escassez de água no planeta.

"Produzir um hambúrguer consome a mesma quantidade de água que um banho de quatro horas", afirmou o músico de Liverpool.

Algumas cidades já adotaram esta iniciativa, como Gent (Bélgica) ou Baltimore (Estados Unidos), onde os refeitórios escolares não servem carne uma vez por semana.

McCartney também dedicou parte de seu discurso aos milhares de agricultores que ganham a vida com a criação de gado, para os quais pediu a ajuda dos Governos na adaptação para novas práticas mais amistosas com o meio ambiente.

Já Pachauri explicou que uma política alimentar sustentável, com uma redução do consumo de carne, surgiu nos últimos anos como uma das medidas mais eficazes para deter o aquecimento global.

O cientista indiano lembrou diversos dados alarmantes sobre o assunto, por exemplo, que 70% dos trechos desmatados da Floresta Amazônica a cada ano são usados para pastos ou que são necessários dez quilos de cereais na alimentação das cabeças de gado para produzir um quilo de carne bovina.

"A maior parte da produção vegetal se destina a alimentar gado. Se não fosse assim, os cereais poderiam ser usados para satisfazer a fome dos pobres".

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u661328.shtml

terça-feira, 27 de outubro de 2009

GRANDE OTELO

Sebastião Bernardes de Souza Prata
Incomparável comediante e excelente ator dramático!
Tinha 1,50 m de altura, os olhos esbugalhados e os lábios espichados de bebê chorão. Nunca haverá um tipo popular e divertido igual a Grande Otelo!
Tive o privilégio de cantar com o Geraldo Cunha (meu marido) em um dos seus shows! Tive também o privilégio dele ter sido babá da minha filha por uma tarde e de estar com ele em muitos outros momentos!
Obrigada, Otelo por tudo que nos deixou de bom neste mundo artístico!
Hoje a festa é sua, meu negro tão querido!


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

Precisamos permitir que a nossa criança interior seja feliz. Para isto, será necessário liberarmos a rigidez que ainda persiste em nosso ser.

Perceber as exigências desta criança é que é a grande sacada! Perceber o que lhe falta e atendê-la.

Esta jornada é de suma importância.

Por falta de conhecimento por parte de nossos pais e professores, fomos mal compreendidos, mal amados e até mesmo traumatizados.

Ainda é tempo de paparicarmos esta criança com todo carinho, atenção e mimos necessários.

Diga a sua criança interior que você a ama muito!

Feliz Dia das crianças!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

SEJA QUAL FOR O CAMINHO

"Seja qual for o seu caminho, seja você mesmo.
Seja qual for o seu caminho, seja generoso.
Seja qual for o seu caminho, seja justo.
Seja qual for o seu caminho, seja impecável.
Seja qual for o seu caminho, seja verdadeiro consigo mesmo.
Seja qual for o seu caminho, seja amoroso.
Seja qual for o seu caminho, seja mestre de si mesmo.
Seja qual for o seu caminho, seja alerta sobre as suas emoções.
Seja qual for o seu caminho, saiba que a vida é um sonho.
Seja qual for o seu caminho, seja não domesticável.
Seja qual for o seu caminho, seja livre.
Seja qual for o seu caminho, tenha compaixão
Seja qual for o seu caminho, seja responsável."
(Mirna Grzich)

domingo, 4 de outubro de 2009

SÃO FRANCISCO DE ASSIS


No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis! Meu santinho predileto!
Segue minha pequena homenagem!

São Francisco

"Lá vai São Francisco
Pelo caminho
De pé descalço
Tão pobrezinho
Dormindo à noite
Junto ao moinho
Bebendo a água
Do ribeirinho.

Lá vai São Francisco
De pé no chão
Levando nada
No seu surrão
Dizendo ao vento
Bom-dia, amigo
Dizendo ao fogo
Saúde, irmão.

Lá vai São Francisco
Pelo caminho
Levando ao colo
Jesus Cristinho
Fazendo festa
No menininho
Contando histórias
Pros passarinhos."
(Vinicius de Moraes e Paulo Soledade)


...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PÃO CASEIRO FÁCIL,FÁCIL! (Rose)

Ingredientes:
1 kg de farinha de trigo
750 ml de leite morno
1envelope de fermento em pó para pão
1 colher (de sobremesa) de sal
2 colheres (de sopa) de açúcar
2 colheres (de sopa) bem cheias de margarina

Modo de preparar:
Colocar em uma bacia todos os ingredientes (com exceção da farinha). Misture bem. Coloque a farinha e misture bem. Ficará uma massa mole.
Coloque em assadeira untada com margarina e farinha, cubra e deixe dobrar de volume (leva mais ou menos uma hora).
Levar para o formo pré-aquecido a 180o.C.
Deixe até dourar.

Dica: Rechear com queijo presunto e tomate, ou goiabada, banana ou outra preferência.

sábado, 26 de setembro de 2009

MARIA GADU

Sobre Maria Gadú
Recém contratada pela SLAP, Maria Gadú é uma das grandes apostas para 2009. Com apenas 22 anos de idade, essa paulistana radicada no Rio de Janeiro canta, toca violão e compõe como gente grande!
Adorei!


Algumas gravações no:


http://www.myspace.com/mariagadu

Sugiro estes dois vídeos !

http://www.youtube.com/watch?v=Uqh0xukf84U

http://www.youtube.com/watch?v=Ph-pLZEVWGs

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

INÍCIO DA PRIMAVERA EM 2009!

"Grande Mistério,
Ensina-me a confiar
em meu coração,
em minha mente,
em minha intuição,
na minha sabedoria interna,
nos sentidos do meu corpo,
nas benções de meu espirito.
Ensina-me a confiar nisso tudo,
para que eu possa entrar no meu Espaço Sagrado
e amar além de meu medo,
E dessa forma Caminhar em Equilíbrio
a cada passo do glorioso Avô Sol."
(Wakan Tanka)

Que o espírito da Primavera que esta dentro de todos nós se manifeste!

Rosemary

terça-feira, 22 de setembro de 2009

SORVETE DE INHAME

Quem me passou esta receita deliciosa foi meu amigo Tião. Não tem quem não aprecie!

Ingredientes:

½ kg de inhame cozido em pedaços
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem o soro
1abacate pequeno
100 gramas de ameixa preta

Modo de fazer:

Bater aos poucos o inhame no liquidificador. Bater o resto e misturar tudo muito bem. Na batedeira, ou não. Levar para congelar. Para servir, tire do freezer meia hora antes.
É uma delicia e muito saudável, principalmente por não levar gordura hidrogenada!
Dica: Se não quiser o abacate e a ameixa, pode ser colocado outro sabores: Pêssego em calda (mas sem a calda), chocolate, café solúvel, coco, morangos, cerejas, etc. Pode ainda pulverizar canela por cima, dependendo do sabor.


UM DEDINHO DE AMOR

Mamãe tinha cinco filhos e um marido que amava, mas nunca associara amor de casamento com os frutos dessa união. Não tinha um dedinho de consideração por nós. O Kiko ficou reprovado pela 2ª vez na mesma série, e ela disse apenas folheando o jornal: é novo, ano que vem passa.
Eu pequena, olhava aquela hereditariedade de desafeto, aqueles irmãos vindo antes de mim sem afago de mãe. Eu caçula, observava e pensava: qual será a escala para escalá-la? Nada. Era sempre uma mãe distante, mãe montanha, mãe gigante, mãe longe, não imbuída de nos amar, não incumbida dos mais naturais cuidados: merenda, beijo, histórias na hora de dormir, preocupações pentelhas – Não suba no muro, não caia daí!Era uma mãe extra mater. Parecia que estivéramos todos fora dela quando dentro. Até que um dia o irmão do meio adoeceu sinistramente na sexta e no domingo definitivamente nos deixou. Eu mal chorava. Tudo em mim eram olhos espantados de ver minha mãe assolada de uma ternura mórbida, porém ternuríssima, sobre o corpo: meu filho, meu amado, meu preferido, minha vida. Ela proferia amorosos impropérios destoantes do que eu entendia como real até então. Na dor da perda, minha mãe amava mais aquele filho do que a todos quando nasceram: filho meu, bendito filho meu, o que será de mim?
Compreendi que a culpa disparava nela um amor retroativo, forte, maravilhoso que, se não ressuscitara meu irmão, tamanha sua força, em mim produzira uma extensa lavoura de esperança de afeto.
E fora assim desde então. Se algum adoecia, minha mãe fechava as portas dos jornais, da televisão, do marido, do mundo, pra ser só mãe daquele filho enfermo. Cabeceiras insones, histórias contadas até a febre se render, beijos longos que diziam: não me deixe amado, não me deixe.
E eu? Eu tinha era uma filha da puta de uma saúde que teimava em não me largar. Todo mundo lá em casa pegava gripe forte, porque ainda não existia dengue, pegava hepatite tipo analfabeta, porque ainda não havia classificação, caxumba, catapora e infecções sucessivas de garganta. E eu, boinha da silva! Me encostava em todos, me oferecia para cuidar; pequenina ainda, queria respirar o ar contaminado do sangue irmão. E nada. Ela mesma dizia: essa não precisa de mim. E eu precisava. Então passei a perseguir acidentes naturais, árvores altas, bombas proibidas em São João, altas velocidades em carrinhos de rolimã, mãos perto demais das fogueiras, mas nenhum galho fraco era meu cúmplice, nenhuma bomba amiga minha, explodira, nenhuma ladeira era minha companheira, nenhuma chama minha irmã.
Um dia, tinha só cinco, fui à gráfica do meu pai. Pensei, vou machucar um pedacinho do meu dedo. Vai doer, vai ter sangue, curativo, lágrimas de minha desejada mãe, alguma febre, choro meu, colo, colo, colo e, só depois, muito depois, conserto. Só que a máquina era lâmina e minha matemática, pouca. Calculei mal. Pus o mindinho na guilhotina e fechei os olhos pensando nos olhos de minha adorada mãe que eu ainda não havia experimentado acolhedores sobre mim. Eu era a última, a menorzinha, a despedida da prole, carregava a impressão de ter nascido e ouvido
um adeus ao mesmo tempo. A máquina decepara meu dedo. Deixara apenas uma falange-cotoco primeira, uma base de dedo. Foi rápido. Sangue, muito mais sangue do que eu previa. Torpor. Meu pai desesperado trazido amparado pelos empregados eu não vi. Vi só minha mãe morrendo de dor pelo dedinho meu que perdi e que em mim não doía e nem fazia falta. - Minha filha, minha filhinha adorada, minha preferida, minha garotinha amada, mamãe ta aqui, ta doendo? Responde, ta doendo? E, eu mentindo: muito mamãe, muito. Mas, não doía nada. Se doía, o amor de minha mãe vindo assim em lufadas inéditas sobre mim que era um machucado só, estancava qualquer dor. Se confessasse, poderia perdê-la de novo. Então perdi um dedinho, um mísero dedinho pra ganhar uma mãe.
Fui crescendo feliz com mimo por aquela mãozinha manca. Na escola, no primeiro dia de aula, me divertia em enfiar essa falange vitoriosa no nariz para que a professora de estréia pensasse que havia todo o dedo dentro dele. Ela repreendia: o quê é isso Cristina? Tira o dedo do nariz! Que coisa feia, menina feia que você é. Vai se machucar assim. Então, eu tirava a falange mínima, quebrando a ilusão ótica no nariz da mestra. E ela: Oh! Desculpa querida, me perdoa! A titia não sabia... E olhava com olhos de se olhar com pena sobre os aleijados e muito arrependimento daquela gafe. Eu gostava da cena. Repeti isso por todo primeiro grau, a cada primeiro dia de aula. Era uma beleza.
Nunca mais perdi minha mãe. Nunca mais fiquei boa do dedo e nem ruim dele. Nunca quis ele de volta. Quem o quis era a minha mãe. Por muito tempo, fiquei dando meus pedaços para ser amada. Agora não. Minha mãe ainda quer meu dedo de volta. Eu não quero mais nada. Tenho mãe. Dar um dedinho por uma mãe é muito pouco. Antes de mim, ela não tinha um dedinho de consideração por ninguém dos filhos. Agora tem.
(Elisa Lucinda)


No site dela tem outras preciosidades:
http://www.escolalucinda.com.br/bau/umdedinhodeamor.html