




















Fonte: Fotos na interneteEste espaço não tem nenhuma pretensão a não ser a de passar vivências, experiências e informações as quais recebo e quero repassar. Com este título poderão até pensar que se trata de esporte ou de viagens! Nem uma coisa e nem outra! Viver já é uma grande aventura. Para uma pessoa que está acamada, dar o primeiro passo é uma aventura. A aventura começa a partir da hora em que acordamos. Muitas surpresas, muitos aprendizados! Isto é muito bom! Isto é ótimo! Namastê!


O SAPATO DE VERNIZ
O Sr. Ei-ichi Yokoo, que era preletor da Sede Internacional lotado na cidade de Miyazaki, comprou um belo par de sapatos de verniz pagando oito mil ienes, quando ainda era um adepto recente. Ao mostrá-lo à esposa, esta disse:- Um calçado chique assim não é adequado para se usar aqui no interior!
Mas o Sr. Yohoo estava muito satisfeito com a compra e, uma dia entrou no ônibus calcando esses sapatos. Na época, ainda reinava muita dificuldade no abastecimento alimentar da população, e, no ônibus lotado, estava um homem usando sapatos militares, carregando uma pesada sacola. Quando o veículo deu uma sacolejada, o homem cambaleou e pisou fortemente no sapato novo de verniz do Sr. Yokoo.
No momento, o Sr. Yokoo ficou furioso. Mas logo se lembrou do ensinamento da Seicho-no-ie e achou que deveria agradecer em qualquer circunstância. No fundo, ainda havia irritação que protestava dizendo:- Mas agradecer até num momento como este?
Mesmo a contragosto, o Sr. Yokoo berrou para o homem:- Muito obrigado!
Os passageiros ao redor levantaram-se espantados, pensando ter irrompido algo inesperado, mas o homem permaneceu calado. Então, o Sr. Yokoo berrou de novo:
- Muito obrigado!
O ônibus parou, de repente, como que assustado. Todos os passageiros acabaram se levantando. Nisso, o homem de calçado militar começou a gritar:
- Perdoe-me! Perdoe-me! Estou em apuros e, a custo, fui penhorar o meu casaco e, com o dinheiro, fui comprar batatas. Sinto muito ter estragado o seu belo sapato, mas estou sem um centavo. Não posso fazer nada. Perdoe-me! Dizendo isso, enxugou as lágrimas com a mão.
Nisso, o Sr. Yokoo retirou trezentos ienes do seu bolso e, entregando-os ao homem, disse:
- Muito obrigado, muito obrigado. Leve esse dinheiro e use para comprar algo de que estiver precisando.
Repentinamente, nesse momento, uma tempestade de amor varreu os passageiros do ônibus, e todos correram a dar algum dinheiro para o homem, até o cobrador, juntando-se, num instante, cerca de três mil ienes.
O Sr. Yokoo voltou triunfante para casa e mostrou à esposa o sapato de verniz todo amassado e sujo de barro. Ela disse:
- Está vendo? Eu não disse?
Mas, quando o Sr. Yokoo explicou todo o ocorrido, dizendo que dera 300 ienes a quem havia estragado o seu sapato, a esposa exclamou, com lágrimas nos olhos:
- Como você é maravilhoso!
***

Será o Ano do Coelho de metal de acordo com o seu horóscopo, cujo símbolo é de felicidade, sorte e harmonia! Tudo indica que os problemas mundiais serão amenizados!
Feliz Ano Novo para todos! Nunca é demais desejarmos sorte, felicidade e harmonia! Sempre!
.........
Só hoje caiu a ficha direito! Ontem fiquei meio que anestesiada quando o meu irmão (que foi seu genro) me telefonou comunicando que ela tinha deixado este plano e regressado para o mundo espiritual.Tenho muito que lhe agradecer por toda amizade e carinho que ela me proporcionou desde que eu lhe conheci. Ela sempre foi uma pessoa muito querida aqui em casa! Por todos nós! Sempre alegre, jovial, companheira para todos os programas, prestativa, carinhosa, simpática, bondosa e como não gostar de uma criatura assim?
Nossa diferença de idade era de 30 anos, mas nem parecia!
Lembro-me de quando íamos a Paquetá o quanto ela curtia tudo por ali, subia comigo em uma montanha do parque e eu perguntava se ela iria conseguir, já que estava com idade bem avançada e ela dizia:
- Claro que eu vou! Aonde você for eu irei!
Para descermos, descíamos de bunda, escorregando, se sujando e tudo isto para pegarmos umas frutinhas no meio de uma mata fechada.
Quando via uma jaca no pé, pagava para o primeiro moleque que encontrasse para ele apanhá-la. Depois sentava no fundo do quintal com o meu marido e ia tirando a polpa da fruta, ao mesmo tempo em que ia comendo e saboreando até se fartar.
Íamos dormir tarde, pois ficávamos jogando cartas e levantávamos cedo para curtir a praia.
Quase com 80 anos ela parecia uma garotinha em toda programação que fazíamos.
A última vez que conservei com ela, foi por telefone e lhe informei que não nos veríamos mais e que iríamos nos encontrar no outro plano o que ela entendeu perfeitamente e conformou-se, assim como eu também, já que acreditamos que a amizade será para a eternidade e que estávamos impossibilitadas de viajarmos.
Valeu tê-la conhecido desde os meus 16 anos e ter partilhado todo o tempo possível da sua companhia. Jamais será esquecida!
Obrigada por tudo Jujú! Valeu!



- 1 copo de iogurte natural
- 2 copos de farinha de trigo
- 2 copos de açúcar
- 4 ovos inteiros
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 1/2 copo de óleo
Modo de Preparo
Bata bem todos os ingredientes no liqüidificador,
deixando o fermento por último. Despeje a massa em uma
assadeira redonda, com furo no meio, untada com
manteiga e polvilhada com farinha. Leve ao forno
pré-aquecido, à 180ºC (médio), até assar (ao enfiar no
bolo um palito, ele deve sair limpo).
Observação
- Utilize o copo de iogurte como medida dos outros
ingredientes.
Receita postada no site por Alice Torres (Alicinha)
Quando eu era menina, meus pais me fizeram uma Festa Junina no dia do meu aniversário, porque nasci no mês de junho. A festa tinha tudo que era de direito, inclusive uma fogueira.
Estava toda feliz quando de repente estouraram uma bombinha em mim abrindo meu joelho. Claro que a festa acabou e passei a não mais apreciar aos fogos e artifícios. Quanto mais o tempo passa, mas me conscientizo de que muita coisa que nos parece bom e bonito, são apenas atrativos para cairmos em verdadeiras armadilhas.
No finalzinho do ano que se passou, Carlos Roberto Ventura, no Facebook colocou uma reflexão para os amigos:
“ Venho tentando mostrar para as pessoas o quanto os
fogos de artifícios, principalmente os explosivos, são prejudiciais aos seres humanos e animais. Acidentes graves ou fatais fazem parte do currículo dos fogos. Traumas e seqüelas que provocam problemas sociais, afastamento do emprego, aposentadoria por invalidez e tantas outras situações geradas pela irresponsabilidade e ignorância. Não há motivos, a não ser, os econômicos, para sustentar essa atividade comercial, a fabricação de fogos explosivos. Os fogos provocam pânico, dor, em crianças, jovens, adultos, animais e ainda poluem o meio ambiente. Precisamos fazer prevalecer os nossos direitos e os direitos dos outros seres vivos.
Busquem pesquisar os acidentes provocados por fogos. O índice é tão grande que podemos compará-lo aos acidentados e mortos nas guerras. Pelos acidentes de trânsito. Pelo crime organizado. Há quem os considere importantes para as festividades. Há também quem considere as drogas e as bebidas alcoólicas, peças fundamentais para seus eventos. A diferença são apenas as explosões dos fogos que podem ser ouvidas e sentidas por todos nós.
Sei que milhões de pessoas não pactuam com essas explosões, que a cada dia, tornam-se mais potentes. Verdadeiros petardos, mísseis, granadas, são lançados na direção do céu, invadindo uma área que pertence às aves, que pelo barulho ensurdecedor, abandonam seus ninhos, provocando a morte dos filhotes. Fogos explosivos não representam absolutamente nada na arte e na tradição dos povos. Foram introduzidos nas culturas para manter essa indústria que começou com a invenção da pólvora. É uma indústria poderosa financeiramente.
Os fogos estão presentes nos esportes, nas inaugurações dos prefeitos, governadores, deputados, senadores e presidentes. Nas festas religiosas. É sinônimo do estresse generalizado, aumentando consequentemente, o uso de antidepressivos. Para acabar com essa atividade imbecil, estúpida, ignorante, o espírito de cidadania deveria estar presente no nosso dia a dia, aliado ao nosso direito, no entanto, o comodismo, a covardia, não permite que esse documento escrito e assinado por mim, tenha o efeito que milhões esperam. O fim dos fogos explosivos. Seria necessário um MOVIMENTO
“Gostaria de criar um MOVIMENTO CONTRA OS FOGOS EXPLOSIVOS. Me ajudem.”
(Xamã Ventura) Caçapava/SP/Brazil.”
Envie e-mail de apoio para ecovital@hotmail.com
Outras matérias que nos levam a refletir:
Estadão
“BEEBE, ARKANSAS - Fogos de artifício durante o ano-novo podem ter estressado e causado a morte de quatro mil a cinco mil pássaros na pequena cidade de Beebe, Arkansas (EUA), fazendo com que eles se chocassem uns contra os outros e caíssem sobre casas e carros no dia 31 de dezembro.
Especialistas acreditam que os fogos de artifício levaram os animais à morte por estresse.
As aves encheram ruas, quintais, calçadas, todos os lugares", lembram Robby King, oficial de animais selvagens do condado em Beebe. "Foi difícil transitar pela rua em alguns locais sem passar sobre elas", completou.”

“Nesta época do ano, são comuns as comemorações com fogos de artifício. A experiência é muito traumática para os animais, cuja audição é mais acurada que a humana. Muitos da fauna silvestre morrem e sofrem alterações do seu ciclo reprodutor. Os cães latem em desespero e enforcam-se nas correntes. Eles e os gatos escondem-se em locais minúsculos, fogem para nunca mais serem encontrados, provocam acidentes nas vias públicas e são vítimas de atropelamento. Há animais que, pelo trauma, mudam de temperamento e chegam até ao suicídio.”
http://adotacao.blogspot.com/2007/12/proteja-seus-animais-contra-os-fogos-de.html

Assim como deixamos de apreciar os balões no céu por causa do perigo que ele nos trás, devemos também desprezar para o bem dos indefesos a prática abusiva, não só final de ano, mas também durante os jogos, das comemorações das mais variadas espécies, das festas e até de quando avisam que a droga está chegando. Em várias localidades este transtorno lucrativo para alguns e para outros já conscientizados uma tortura fenomenal!
Se eu chamar a atenção de apenas uma pessoa com esta matéria já me darei por satisfeita, mas espero que mais pessoas reflitam e se sensibilizem!

Mais um ano se passou, ou passei por ele e apesar de saber que o tempo não existe a não ser dentro do espaço limitado do planeta, o aceito porque fico menos confusa.
Agradeço profundamente a este “tempo” que passei em 2010. Foi iluminado!
Conheci pessoas maravilhosas e em cada abraço quando nos encontrávamos era de pura emoção, transmissão de energia e vibrações de muita luz!
Fui muito assistida, muito ajudada, muito amparada e percebi mais do que nunca que existe uma Presença Infinita, toda poderosa por trás de tudo e por trás de todos!
Com a minha consciência inflamada posso amar ainda mais meus semelhantes e abençoar por todos aqueles que cruzam pelo meu caminho.
Sinto que só estou começando uma jornada sem volta rumo a grande Verdade!
Agradeço aos meus familiares, aos meus amigos, aos meus amigos virtuais e a todos os trabalhadores do bem, que me ajudaram e continuam me ajudando, através dos livros maravilhosos que escreveram, das músicas gratificantes que compuseram e das suas presenças.
Muitas esperanças e expectativas para este ano que começa, porque sei que está recheado de ensinamentos significantes, principalmente pelo período de transmissão que o planeta atravessa, com sábias lições edificantes e que se desenvolvem rapidamente.
Que venha 2011 abençoado!

Hoje é mais um dia especial!
É um dia que devemos lembrar com carinho e gratidão por aqueles que passaram por nossas vidas de uma forma não despercebida.
Quando comprar bananas, ao chegar em casa corte-as da penca, com tes
Normalmente a banana madura se separa da penca até mesmo pelo peso.Quando isto acontece, ela começa a melar aparecendo aqueles mosquitos de
fruteira, além de oxidar e estragar mais rápido.
No dia seguinte ao corte, a banana já esta com a ponta seca e fechada, conservando íntegra por uma semana.
A última foto mostra a banana madura com 1 semana, bem preservada e com a ponta parecendo um umbigo seco.
Vejam:






Se ele estivesse ainda entre nós neste planeta, teria feito 65 anos no último sábado. Esteja ele onde estiver que possa receber o meu abraço e vibrações de muita luz e de muito amor.
Quero deixar registrada uma das músicas que me encanta lá no fundo do meu ser... “Ave menina”. Esta música não foi gravada nem em LP e nem em Cd.
AVE MENINA


O gorgonzola é uma variedade de fabricado com leite de vaca, originário da localidade de Gorgonzola, nos arredores de Milão, na Itália. Injeta-se Penicillium (fungos) para que fique com um sabor especial.
Como adoro este queijo, achei interessante a matéria do Jornal Hoje (Globo), resolvi registrá-la aqui. Assistam este vídeo e vejam que interessante:
http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/a-historia-do-queijo-gorgonzola/1261994/#/Culinária/page/1

Não havia no povoado pior ofício do que “porteiro do prostíbulo”. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor – balbuciou – mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu o sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não se fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar…
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está há dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não disponho de tempo para viajar para fazer compras”. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que haviam vendido. De fato, poderia economizar algum tempo
Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc. E após foram os pregos e os parafusos. Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.
- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O senhor! – disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: o que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever, seria o porteiro do prostíbulo!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades!
(Postado originalmente em 04 de junho de 2004. Tradução do conto original de Jorge Bucay, médico e psicoterapeuta argentino).