Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livrode ciências.
O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.
Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
_O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
_Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
_Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
_É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
_Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas
deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.
No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur,
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
'Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima'.
Louis Pasteur.
(Cartão de visitas - Fato verdadeiro, integrante da biografia, ocorrido em 1892)



















Pamukkale, situado no zona de Denisli na Turquia , constitui um dos mais atraentes pontos de interesse deste país.
Quando as águas termais emergem e a pressão deixa de ser tão elevada, o dióxido de carbono, o qual está bastante evidenciado na água, tende a vaporizar e o carbonato de cálcio decai, formando gradualmente as formações rochosas que compõe a paisagem.
Apesar das fontes de Pamukkale, terem sido afetadas, de tempos a tempos, por tremores de terra, próprios da região, e algumas terem secado, a água volta a emergir dos locais e outra nova fonte nasce.
Quem vê pela primeira vez fotografias de Pamukkale, ou quem chega a esse local, não se apercebe da realidade que aí encontra. A primeira impressão é que, aquele branco imaculado, só pode ser neve. Só mais tarde, depois de se estabelecer um contacto físico, (a dor que sentimos quando pisamos o solo de Pamukkale), é que nos apercebemos que são rochas que ali se encontram.
As águas que se encontram dentro dos terraços, brancas e com uma espécie de barro creme, são densas e ficam presas ao nosso corpo. No entanto, é uma sensação bastante agradável.
Desde muito cedo que este local foi escolhido para ser uma área de lazer e de tratamentos medicinais, devido às propriedades terapeuticas destas fontes de águas. Este costume vinha já da época dos romanos, que viu em Pamukkale, um sítio de salvação e rejuvenescimento.
Além das propriedades medicinais destas águas, também se julgava que, quem se banhasse nas águas de Pamukkale ficaria, com o passar do tempo, cada vez mais belo. Não é portanto de estranhar, que as mulheres romanas o escolhessem como um local de eleição
"Há muito tempo atrás, existia uma rapariga muito feia que pertencia a uma família muito pobre. A rapariga não se importava de ser pobre, pois percebera que a felicidade não se encontrava nos bens materiais. No entanto, quando ficou em idade de casar, não surgiu um único pretendente para a disposar. Não apenas pela sua pobreza mas, essencialmente pela sua falta de graça. A rapariga ficou tão desesperada que decidiu suicidar-se, lançando-se das rochas de Pamukkale. No entanto, quando se atirou caiu dentro de uma das bacias que estava cheia de água e sedimentos. O filho do Senhor de Denizli estava a passar e aflito, correu para a bacia. Lá encontrou uma rapariga muito ferida e aleijada, mas de uma beleza surpreendente. Pegou nela e levou-a até à casa de seu pai onde cuidou dela com todo o cuidado. Quando a rapariga recuperou, casaram-se e viveram felizes para sempre".
Fonte: mega.ist.utl.pt
















