
Hoje é mais um dia especial!
É um dia que devemos lembrar com carinho e gratidão por aqueles que passaram por nossas vidas de uma forma não despercebida.
Este espaço não tem nenhuma pretensão a não ser a de passar vivências, experiências e informações as quais recebo e quero repassar. Com este título poderão até pensar que se trata de esporte ou de viagens! Nem uma coisa e nem outra! Viver já é uma grande aventura. Para uma pessoa que está acamada, dar o primeiro passo é uma aventura. A aventura começa a partir da hora em que acordamos. Muitas surpresas, muitos aprendizados! Isto é muito bom! Isto é ótimo! Namastê!

Hoje é mais um dia especial!
É um dia que devemos lembrar com carinho e gratidão por aqueles que passaram por nossas vidas de uma forma não despercebida.
Quando comprar bananas, ao chegar em casa corte-as da penca, com tes
Normalmente a banana madura se separa da penca até mesmo pelo peso.Quando isto acontece, ela começa a melar aparecendo aqueles mosquitos de
fruteira, além de oxidar e estragar mais rápido.
No dia seguinte ao corte, a banana já esta com a ponta seca e fechada, conservando íntegra por uma semana.
A última foto mostra a banana madura com 1 semana, bem preservada e com a ponta parecendo um umbigo seco.
Vejam:






Se ele estivesse ainda entre nós neste planeta, teria feito 65 anos no último sábado. Esteja ele onde estiver que possa receber o meu abraço e vibrações de muita luz e de muito amor.
Quero deixar registrada uma das músicas que me encanta lá no fundo do meu ser... “Ave menina”. Esta música não foi gravada nem em LP e nem em Cd.
AVE MENINA


O gorgonzola é uma variedade de fabricado com leite de vaca, originário da localidade de Gorgonzola, nos arredores de Milão, na Itália. Injeta-se Penicillium (fungos) para que fique com um sabor especial.
Como adoro este queijo, achei interessante a matéria do Jornal Hoje (Globo), resolvi registrá-la aqui. Assistam este vídeo e vejam que interessante:
http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/a-historia-do-queijo-gorgonzola/1261994/#/Culinária/page/1

Não havia no povoado pior ofício do que “porteiro do prostíbulo”. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor – balbuciou – mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu o sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não se fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar…
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está há dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não disponho de tempo para viajar para fazer compras”. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que haviam vendido. De fato, poderia economizar algum tempo
Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc. E após foram os pregos e os parafusos. Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.
- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O senhor! – disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: o que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever, seria o porteiro do prostíbulo!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades!
(Postado originalmente em 04 de junho de 2004. Tradução do conto original de Jorge Bucay, médico e psicoterapeuta argentino).
Não podia deixar de passar em branco esta data tão significativa. Se ele ainda estivesse neste plano, estaria completando 100 anos!
Agradeço profundamente a 2009! Ano difícil em muitos aspectos, porém, foi de grande valia para meu espírito, para minha alma!Houve um recolhimento necessário e obrigatório para que tudo isto fosse possível. Atendi prontamente e procurei tirar o melhor proveito de tudo isto.
Agradeço profundamente as pessoas que durante este ano foram presentes em minha vida me trazendo conhecimentos de suas vivencias fazendo com que eu ampliasse muito mais minha consciência. Almas maravilhosas preocupadas não só com os seus crescimentos interiores, mas com a proposta de beneficiar quem estiver disposto a mudar.
Agradeço profundamente a todas as pessoas que se afastaram de mim, por um motivo ou outro, porque talvez nossas energias não estivessem na mesma sintonia e atrapalhasse este processo.
Agradeço também as minhas amigas e amigos do Orkut e do Facebook, com mensagens maravilhosas e mimos deliciosos!
Agradeço sinceramente ao meu companheiro nesta jornada, Geraldo Cunha que me amparou em todos os momentos. Sempre pronto! Sempre preciso!
Agradeço ao Mestre Masaharu Taniguchi e a todos os preletores da Seicho-no-ie que me ensinaram a praticar o bem e a conviver com todos os obstáculos. Aliás, os obstáculos foram apenas etapas vencidas!
Agradeço a todas as outras religiões e a todas as outras pessoas que também me passaram grandes informações e sabedoria!
Valeu, 2009!
Aguardo 2010 sem aquelas expectativas dos outros anos, porque com este acordar já não sinto a mesma ansiedade. O que vier, ou o que acontecer, ou ainda as pessoas que irão passar por mim, serão as necessárias para eu superar etapas. Tanto as boas e as más situações serão benéficas, porque aprendi que tudo é Bem!
Feliz 2010! Muita esperança para um mundo melhor! Muita alegria!Muito servir ao outro!
O Universo sempre conspira a nosso favor!
Namastê

da Efe, em Bruxelas
O ex-Beatle Paul McCartney disse nesta quinta-feira no Parlamento Europeu que não comer carne um dia por semana é a atitude individual mais eficaz para frear a mudança climática.
"Não é tão difícil, eu garanto", afirmou o músico, que discursou junto ao presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o cientista indiano Rajendra Pachauri, na conferência "Less Meat = Less Heat" ("menos carne = menos calor", em tradução livre).
Conhecido vegetariano e ativista meio ambiental, Paul interrompeu sua turnê europeia para defender a dieta vegetariana diante dos muitos presentes a sua visita ao Parlamento Europeu, que o receberam de pé e com uma grande salva de palmas.
Em seu discurso, o ex-Beatle lembrou que decidiu se unir à causa de um dia por semana sem carne depois de ler um relatório das Nações Unidas publicado em 2006.
Entre outros dados, o documento revelava que a produção de carne emite 18% dos gases do efeito estufa - mais até que o transporte, com 13% - e, além disso, é em grande parte responsável pelo desmatamento e pela escassez de água no planeta.
"Produzir um hambúrguer consome a mesma quantidade de água que um banho de quatro horas", afirmou o músico de Liverpool.
Algumas cidades já adotaram esta iniciativa, como Gent (Bélgica) ou Baltimore (Estados Unidos), onde os refeitórios escolares não servem carne uma vez por semana.
McCartney também dedicou parte de seu discurso aos milhares de agricultores que ganham a vida com a criação de gado, para os quais pediu a ajuda dos Governos na adaptação para novas práticas mais amistosas com o meio ambiente.
Já Pachauri explicou que uma política alimentar sustentável, com uma redução do consumo de carne, surgiu nos últimos anos como uma das medidas mais eficazes para deter o aquecimento global.
O cientista indiano lembrou diversos dados alarmantes sobre o assunto, por exemplo, que 70% dos trechos desmatados da Floresta Amazônica a cada ano são usados para pastos ou que são necessários dez quilos de cereais na alimentação das cabeças de gado para produzir um quilo de carne bovina.
"A maior parte da produção vegetal se destina a alimentar gado. Se não fosse assim, os cereais poderiam ser usados para satisfazer a fome dos pobres".
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u661328.shtml
Sebastião Bernardes de Souza Prata
Perceber as exigências desta criança é que é a grande sacada! Perceber o que lhe falta e atendê-la.
Esta jornada é de suma importância.
Por falta de conhecimento por parte de nossos pais e professores, fomos mal compreendidos, mal amados e até mesmo traumatizados.
Ainda é tempo de paparicarmos esta criança com todo carinho, atenção e mimos necessários.
Diga a sua criança interior que você a ama muito!
Feliz Dia das crianças!
"Seja qual for o seu caminho, seja você mesmo.
Ingredientes:
Sobre Maria Gadú
"Grande Mistério,
Quem me passou esta receita deliciosa foi meu amigo Tião. Não tem quem não aprecie!
Mamãe tinha cinco filhos e um marido que amava, mas nunca associara amor de casamento com os frutos dessa união. Não tinha um dedinho de consideração por nós. O Kiko ficou reprovado pela 2ª vez na mesma série, e ela disse apenas folheando o jornal: é novo, ano que vem passa.


Ano Novo judaico é um momento de começar a introspecção, olhando para trás os erros do ano passado e planejar as alterações a fazer no ano novo.
"Em Rosh Hashaná nós fazemos uma contabilidade do nosso ano e oramos repetidamente para a vida. Como justificar mais um ano de vida? O que fizemos com o ano passado? Tem sido um tempo de crescimento, de discernimento e de cuidar dos outros? Será que vamos fazer uso do nosso tempo, ou nós desperdiçá-la? Ele realmente tem sido um ano de vida, ou simplesmente uma atividade de estúpido? Este é o momento de avaliação e de dedicação. O processo de judeus é chamado de "teshuvá", voltar para casa - reconhecendo os nossos erros entre nós e Deus, bem como entre nós mesmos e nossos semelhantes e, em seguida, corrigi-los."
(Rabino Nachum Braverman)
